18 de julho de 2026 · por Dra. Marisa Kelly Nunes

Limpeza de pele profunda em BH: quando resolve, quando não

Mulher madura de roupão claro perto da janela numa manhã de inverno em BH, xícara de café nas mãos, pele lavada e luz dourada entrando de lado.

Manhã de inverno em Belo Horizonte, o ar seco, e aquela vontade de ficar mais um pouco embaixo do edredom. A gente levanta, passa a mão no rosto e sente a pele meio pesada, com uns pontinhos ásperos no nariz e no queixo. Vem o impulso de sentar na frente do espelho e espremer. Todo mundo já fez. E é justamente aí que a limpeza de pele profunda entra na conversa, porque ela existe para você não precisar resolver isso sozinha, com a unha, no banheiro de casa.

Só que limpeza de pele virou uma palavra grande demais, que promete de tudo. Vale separar o que ela faz de verdade do que é história de vitrine.

O que a limpeza de pele profunda faz (e o que é mito)

No fundo, é um cuidado de higiene e desobstrução feito com técnica. A gente amolece a pele, abre o caminho dos poros com vapor ou ativos, e faz a extração dos cravos e das impurezas com material estéril, na pressão certa, sem machucar. Depois vem a calmaria: um ativo para acalmar, uma máscara, proteção.

O que muda em relação ao aperto caseiro é tudo. Em casa, a gente empurra a sujeira para dentro, rompe vaso, deixa marca. Na clínica, a extração respeita a pele. É a diferença entre arrancar e cuidar.

Agora, o mito. Limpeza de pele não seca oleosidade para sempre, não fecha poro de forma definitiva e não clareia mancha. A pele oleosa continua produzindo óleo, porque é a natureza dela. O que a limpeza faz é deixar o poro livre, a textura mais lisa e a pele preparada para absorver melhor o que você usa depois. É manutenção, não cura mágica.

Quando a limpeza de pele resolve, e quando ela não basta

Ela resolve muito bem o dia a dia da pele congestionada: cravos, aqueles pontinhos brancos, oleosidade que entope, textura irregular, aquela sensação de rosto sujo mesmo depois de lavar. Também é ótima como preparo, antes de um evento ou como base de uma rotina de cuidado.

Onde ela não basta, e aqui eu prefiro ser honesta com você: mancha de sol e melasma não saem com limpeza, precisam de um protocolo próprio, como a gente conversa em tratamento de melasma em BH. Cicatriz de acne, aquela marquinha afundada, também é outra história, de estímulo de colágeno, não de extração, e está em cicatriz de acne em BH. E acne inflamada, com espinha vermelha e dolorida, não é hora de limpar: extrair no meio da inflamação piora. Primeiro a gente trata, depois limpa.

Faz parte do nosso trabalho dizer isso na avaliação. Nem todo rosto que senta na poltrona precisa de limpeza naquele dia. Às vezes precisa de outra coisa antes.

O cuidado antes e depois (a parte que ninguém conta)

O resultado de uma limpeza de pele mora nos dias em volta dela, não só na hora.

Antes: chega com a pele lavada e sem maquiagem pesada, se puder. Se você usa ácido forte em casa, retinóico, ácido glicólico, avise, porque a gente costuma dar uma pausa de alguns dias para a pele não ficar sensível demais para a extração. E se estiver com a pele muito inflamada, remarcar é mais inteligente que insistir.

Depois é onde mora o carinho. A pele fica rosada e mais reativa por um dia ou dois, é normal. Nada de maquiagem pesada nesse comecinho, nada de sol direto sem protetor, nada de coçar ou cutucar o que sobrou. Hidratação leve, protetor solar religiosamente, e a mão longe do rosto. No inverno de BH a pele já está mais seca, então caprichar no hidratante ajuda a acalmar mais rápido. Quem quer cuidar da textura no ritmo certo pode combinar a limpeza com outros protocolos de renovação, como o microagulhamento no inverno, sempre com intervalo e critério.

Frequência? Para a maioria das peles, de tempos em tempos, respeitando o ciclo natural. Limpar demais irrita, limpar de menos deixa acumular. A conta certa a gente fecha olhando a sua pele, não uma regra de bula.

Como é a limpeza de pele na Clin Clin

Aqui a limpeza de pele profunda é feita por Biomédica Esteta, com material estéril e a calma de quem não tem pressa de te liberar. A Dra. Marisa Kelly Nunes (CRBM 14.754) avalia a pele antes, porque cada rosto pede uma pressão, um ativo, um tempo diferente. Não é linha de montagem.

E tem o resto, que também é cuidado: a recepção tranquila, o café, a poltrona, a luz que não é de consultório frio. A gente gosta que você saia com a pele leve e com a sensação de ter sido bem recebida. Nem parece clínica. Parece carinho.

Se a sua pele anda pedindo esse respiro, vale começar por uma conversa, sem compromisso, para entender o que ela precisa de verdade.

Agende sua avaliação ou fale com a Clin Clin no WhatsApp (31) 99880-9808.

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